EUA mantêm pressão sobre o Brasil e tarifa de 25% pode atingir exportações; governo descarta negociar etanol isoladamente

Por Ana Sampaio

A tensão comercial entre Brasil e Estados Unidos voltou ao centro do debate nesta semana após o governo brasileiro reafirmar que não pretende negociar isoladamente a tarifa de importação do etanol americano. A decisão ocorre enquanto os Estados Unidos analisam a proposta de aplicar uma tarifa adicional de 25% sobre produtos brasileiros, medida que pode atingir exportações e ampliar o impasse entre os dois países.

Por que essa pauta é importante?

A proposta faz parte de uma investigação conduzida pelo Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos (USTR), que avalia práticas comerciais brasileiras consideradas prejudiciais aos interesses americanos. Entre os pontos questionados estão o comércio digital, o sistema de pagamentos Pix, a política para o etanol, propriedade intelectual e questões ambientais relacionadas ao desmatamento.

Governo brasileiro endurece discurso

Na terça-feira (7), o ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Márcio Elias Rosa, afirmou que o governo brasileiro não pretende reduzir a tarifa sobre o etanol importado dos Estados Unidos apenas para atender às exigências americanas. Segundo ele, a orientação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva é que qualquer negociação também inclua o açúcar brasileiro, que enfrenta barreiras no mercado norte-americano.

O ministro ressaltou ainda que uma abertura maior ao etanol dos Estados Unidos pode prejudicar produtores brasileiros, principalmente nas regiões Norte e Nordeste, onde o setor sucroenergético tem papel relevante na economia.

O que está em jogo

Caso a tarifa adicional de 25% seja aprovada pelos Estados Unidos, diversos produtos brasileiros poderão perder competitividade no mercado americano. Apesar disso, a medida ainda não entrou em vigor. Antes da decisão final, o governo norte-americano abriu consulta pública e realizou audiências para ouvir empresas, associações e representantes dos dois países.

Durante essas audiências, entidades empresariais brasileiras e americanas defenderam a criação de exceções e alertaram para os impactos negativos que a medida pode provocar nas cadeias produtivas dos dois países.

Negociações continuam

Brasil e Estados Unidos mantêm um grupo de trabalho para tentar construir um acordo antes da conclusão da investigação comercial. A expectativa é de novas reuniões diplomáticas nas próximas semanas, enquanto os dois governos buscam evitar um agravamento das tensões comerciais.

A tensão comercial entre Brasil e Estados Unidos voltou ao centro do debate nesta semana após o governo brasileiro reafirmar que não pretende negociar isoladamente a tarifa de importação do etanol americano. A decisão ocorre enquanto os Estados Unidos analisam a proposta de aplicar uma tarifa adicional de 25% sobre produtos brasileiros, medida que pode atingir exportações e ampliar o impasse entre os dois países.

Por que essa pauta é importante?

A proposta faz parte de uma investigação conduzida pelo Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos (USTR), que avalia práticas comerciais brasileiras consideradas prejudiciais aos interesses americanos. Entre os pontos questionados estão o comércio digital, o sistema de pagamentos Pix, a política para o etanol, propriedade intelectual e questões ambientais relacionadas ao desmatamento.

Governo brasileiro endurece discurso

Na terça-feira (7), o ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Márcio Elias Rosa, afirmou que o governo brasileiro não pretende reduzir a tarifa sobre o etanol importado dos Estados Unidos apenas para atender às exigências americanas. Segundo ele, a orientação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva é que qualquer negociação também inclua o açúcar brasileiro, que enfrenta barreiras no mercado norte-americano.

O ministro ressaltou ainda que uma abertura maior ao etanol dos Estados Unidos pode prejudicar produtores brasileiros, principalmente nas regiões Norte e Nordeste, onde o setor sucroenergético tem papel relevante na economia.

O que está em jogo

Caso a tarifa adicional de 25% seja aprovada pelos Estados Unidos, diversos produtos brasileiros poderão perder competitividade no mercado americano. Apesar disso, a medida ainda não entrou em vigor. Antes da decisão final, o governo norte-americano abriu consulta pública e realizou audiências para ouvir empresas, associações e representantes dos dois países.

Durante essas audiências, entidades empresariais brasileiras e americanas defenderam a criação de exceções e alertaram para os impactos negativos que a medida pode provocar nas cadeias produtivas dos dois países.

Negociações continuam

Brasil e Estados Unidos mantêm um grupo de trabalho para tentar construir um acordo antes da conclusão da investigação comercial. A expectativa é de novas reuniões diplomáticas nas próximas semanas, enquanto os dois governos buscam evitar um agravamento das tensões comerciais.

A tensão comercial entre Brasil e Estados Unidos voltou ao centro do debate nesta semana após o governo brasileiro reafirmar que não pretende negociar isoladamente a tarifa de importação do etanol americano. A decisão ocorre enquanto os Estados Unidos analisam a proposta de aplicar uma tarifa adicional de 25% sobre produtos brasileiros, medida que pode atingir exportações e ampliar o impasse entre os dois países.

Por que essa pauta é importante?

A proposta faz parte de uma investigação conduzida pelo Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos (USTR), que avalia práticas comerciais brasileiras consideradas prejudiciais aos interesses americanos. Entre os pontos questionados estão o comércio digital, o sistema de pagamentos Pix, a política para o etanol, propriedade intelectual e questões ambientais relacionadas ao desmatamento.

Governo brasileiro endurece discurso

Na terça-feira (7), o ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Márcio Elias Rosa, afirmou que o governo brasileiro não pretende reduzir a tarifa sobre o etanol importado dos Estados Unidos apenas para atender às exigências americanas. Segundo ele, a orientação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva é que qualquer negociação também inclua o açúcar brasileiro, que enfrenta barreiras no mercado norte-americano.

O ministro ressaltou ainda que uma abertura maior ao etanol dos Estados Unidos pode prejudicar produtores brasileiros, principalmente nas regiões Norte e Nordeste, onde o setor sucroenergético tem papel relevante na economia.

O que está em jogo

Caso a tarifa adicional de 25% seja aprovada pelos Estados Unidos, diversos produtos brasileiros poderão perder competitividade no mercado americano. Apesar disso, a medida ainda não entrou em vigor. Antes da decisão final, o governo norte-americano abriu consulta pública e realizou audiências para ouvir empresas, associações e representantes dos dois países.

Durante essas audiências, entidades empresariais brasileiras e americanas defenderam a criação de exceções e alertaram para os impactos negativos que a medida pode provocar nas cadeias produtivas dos dois países.

Negociações continuam

Brasil e Estados Unidos mantêm um grupo de trabalho para tentar construir um acordo antes da conclusão da investigação comercial. A expectativa é de novas reuniões diplomáticas nas próximas semanas, enquanto os dois governos buscam evitar um agravamento das tensões comerciais.vv

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