O atacante John Kennedy, do Fluminense, foi acusado por uma entregadora de aplicativo de delivery de tê-la xingado e ameaçado durante uma entrega realizada na segunda-feira (7), no Rio de Janeiro. O relato foi publicado pela entregadora Samantha Guzman nas redes sociais.
Segundo Samantha, a situação começou durante uma entrega de um pedido feito pelo jogador no Hospital Copa D’Or, em Copacabana. Ela afirmou que avisou pelo aplicativo que não poderia subir para realizar a entrega. Como não teria recebido resposta, acionou o suporte da plataforma, que tentou entrar em contato com o cliente.
Ainda de acordo com o relato, durante a tentativa de concluir a entrega, a mulher teria sido xingada e ameaçada. Samantha afirmou que estava acompanhada da filha, de quatro anos, e chamou o marido ao local após se sentir acuada.
Segundo a entregadora, a Polícia Militar e agentes da Secretaria Municipal de Ordem Pública (Seop) estiveram no hospital, e a situação teria sido resolvida no local.
Entregadora relata novo episódio no dia seguinte
Samantha afirmou que o caso teria continuado na terça-feira (8). Segundo ela, um homem identificado como André, que seria amigo e motorista de John Kennedy, teria ido até a loja onde ela trabalha e feito ameaças contra ela e o marido.
A entregadora disse ter ficado surpresa com o fato de o homem saber onde ela trabalhava. Ela também afirmou que ele teria aparecido no estabelecimento utilizando veículos diferentes.
Samantha publicou prints de conversas que, segundo ela, seriam referentes à entrega realizada pelo aplicativo, além de mensagens relacionadas ao suposto contato com o amigo do jogador.
A mulher afirmou que decidiu tornar o caso público para alertar outras mulheres e trabalhadores de aplicativos. Em uma das publicações, disse estar com medo após os episódios.
Até o fechamento desta matéria, não havia confirmação independente das acusações nem manifestação pública de John Kennedy sobre os relatos apresentados pela entregadora.

