Ataques militares coordenados pelos Estados Unidos e Israel contra o Irã, iniciados no sábado (28 de fevereiro de 2026), já deixaram um número expressivo de vítimas e ampliaram um dos maiores confrontos militares recentes no Oriente Médio. Segundo a Sociedade da Crescente Vermelha Iraniana e a mídia estatal do país, os bombardeios e ofensivas aéreas causaram pelo menos 555 mortes em solo iraniano, com ataques impactando mais de 131 cidades desde o início da operação.
Os números incluem vítimas em áreas civis e militares, sem detalhamento da proporção entre civis e combatentes, e resultam de bombardeios que atingiram zonas urbanas, infraestrutura sensível e centros estratégicos em diversas províncias. O conflito foi desencadeado por ofensivas conjuntas que visaram elementos do alto comando iraniano e instalações consideradas estratégicas pelos aliados dos EUA e Israel, gerando um ciclo de retaliações no território e além de suas fronteiras.
A escalada dos ataques gerou temores de um conflito mais amplo, envolvendo outras milícias e países da região, e provocou repercussões significativas além do campo de batalha. A economia global também tem sentido os efeitos: os preços do petróleo dispararam diante da instabilidade no Estreito de Ormuz, uma rota vital para o transporte de energia mundial, e centenas de voos foram cancelados em hubs internacionais por causa da insegurança no espaço aéreo do Oriente Médio.
Autoridades e organizações internacionais expressam preocupação com a deterioração da situação humanitária e a intensificação da crise, enquanto esforços diplomáticos tentam evitar uma escala ainda maior dos combates.
